1. O pacto de afirmação da graça – Eu escolho amar, aceitar e edificar todos vocês de modo incondicional, assim como Cristo fez comigo. Nada do que fizeram ou farão me impedirá de amar meus irmãos. Mesmo quando eu não concordar com suas atitudes, a edificação no amor de Deus prevalecerá. Rm 15.7; Mt 18.21-35; Cl 3.4-15

2. O pacto da honestidade – Eu não esconderei meus sentimentos a respeito de vocês, para que as nossas frustrações não se transformem em amargura. Procurarei, no tempo do Espírito, expressar minha honestidade de maneira amorosa e sensível. Aceitarei o risco de sofrer, pois ao falar a verdade, em amor, é que crescemos em Cristo. Pv 27.5-6; Ez 3.16-21; Mt 18.12-20; Ef 4.15, 25- 32

3. O pacto da transparência – Prometo ser uma pessoa mais aberta, falarei sobre minhas lutas, alegrias e dores de uma forma transparente. Farei isso com intensidade, porque sei que não conseguirei nada sem vocês. Em outras palavras, eu preciso de vocês! Rm 7.15-25; Tg 5.16-18.

4. O pacto da oração – Eu faço um compromisso de orar por vocês regularmente. Nosso amado Pai deseja que oremos uns pelos outros. Não serei um ouvinte passivo, pelo contrário, escolho ser um parceiro espiritual de caminhada, desejoso de vivenciar a situação de vocês e de ajudar a levar os seus fardos em oração. Gn 18.16-33; Ef. 5.18; I Ts 5.16-18

5. O pacto da sensibilidade – Assim como eu desejo ser conhecido e compreendido, faço o pacto de ser sensível às suas necessidades. Tentarei ouvir e sentir o que acontece com vocês. Evitarei dar respostas simplistas às situações difíceis nas quais vocês se encontrarem. I Cor. 12.25-27; Fp 2.1-; Cl 3.12-17

6. O pacto da disponibilidade – Aqui estarei se precisarem de mim. Tudo o que tenho tempo, energia e recursos estará à disposição de vocês, até o limite das minhas possibilidades. Ofereço essas coisas a vocês como prioridade. Mt 25.31- 46; At 2.42-47; Gl 6.9-10

7. O pacto da confidencialidade – Prometo guardar em segredo tudo o que for compartilhado com o grupo, mantendo um ambiente de confiança. No entanto, isso não proíbe o meu líder de célula de compartilhar informações necessárias com o supervisor. Creio que tanto o líder de célula quanto o supervisor têm autoridade espiritual. Eles devem prestar contas aos pastores da igreja que prestarão contas ao Pastor Maior: Jesus Cristo. Pv 10.19, 11.13, 13.3; Hb 13.17

8. O pacto da prestação de contas – Estudarei os materiais de discipulado e treinamento, e prestarei contas ao meu parceiro de célula. Dou a vocês o direito de me desafiar, em amor, quando estiver falhando em alguma área. Preciso de correção e repreensão para aperfeiçoar minha vida e o ministério que recebi de Deus. Pv 12.1, 13.18, 27.17; Ec 4.9-12; Gl 6.1-2

9. O pacto da assiduidade – Considerarei como prioridade o tempo que o grupo investe semanalmente sob a mão discipuladora de Cristo. Não impedirei, pela minha ausência, o trabalho do Espírito Santo na vida dos meus irmãos, exceto em casos especiais, como doença, viagens ou trabalho. Se acontecer, justificarei minha falta para que os membros da célula fiquem cientes e orem por mim. Lc 9.57-62; Hb 10.24-25

10. O pacto de alcançar outros – Buscarei todos os meios, e até me sacrificarei para alcançar os que não conhecem Cristo. Trarei duas ou mais pessoas para a célula em cada ciclo a fim de cumprir a missão de manifestar a glória de Deus e compartilhar o Seu amor com as pessoas do meu relacionamento. Mt 28.18-20; At 1.8; I Cor 9.19-27